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Um urso formigueiro encontrou um Cão Lobo. O Urso Formigueiro perguntou-lhe:
- Olha lá, porque é que te chamas Cão Lobo? - Porque a minha mãe é uma loba e o meu pai é um cão. - E tu como te chamas? - Urso Formigueiro. - Estás a brincar comigo, não? Trilhos do Lobo
Precisa-se de matéria prima para construir um País - 30Jul2010 14:13:34
poderão ser vendidos como em outros países, isto é, pondo umas caixas nos passeios onde se paga por um só jornal E SE TIRA UM SÓ JORNAL, dos seus empregados pouco honestos, que levam para casa, para os trabalhos de escola dos filhos... e para eles mesmos. onde se frauda a declaração de IRS para não pagar ou pagar menos impostos. reclamam do governo por não limpar os esgotos. é 'muito chato ter que ler') e não há consciência nem memória que só servem para caçar os pobres, arreliar a classe média e beneficiar alguns. ou um inválido, fica em pé no autocarro, enquanto a pessoa que está sentada finge que dorme para não lhe dar o lugar. e não para o peão. mas estamos sempre a criticar os nossos governantes. melhor me sinto como pessoa, apesar de que ainda ontem corrompi um guarda de trânsito para não ser multado. apesar de que ainda hoje pela manhã explorei um cliente que confiava em mim, o que me ajudou a pagar algumas dívidas. mas falta muito para sermos os homens e as mulheres que o nosso país precisa. essa desonestidade em pequena escala, que depois cresce e evolui até se converter em casos escandalosos na política, essa falta de qualidade humana, mais do que Santana, Guterres, Cavaco ou Sócrates, é que é real e honestamente má, porque todos eles são portugueses como nós, o próximo que o suceder terá que continuar a trabalhar com a mesma matéria prima mas enquanto alguém não sinalizar um caminho destinado a erradicar primeiro os vícios que temos como povo, ninguém servirá. nem serve Sócrates e nem servirá o que vier. com a força e por meio do terror ? a surgir de baixo para cima, ou de cima para baixo, ou do centro para os lados, ou como queiram, seguiremos igualmente condenados, igualmente estancados... igualmente abusados ! a ser um empecilho às nossas possibilidades de desenvolvimento a ver se nos mandam um messias. nada poderá fazer. não para o castigar, mas para lhe exigir (sim, exigir) de desentendido.
Fonte: http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://trilhosdolobo.blogtok.com/blog/14527/ Canibais no poema - 30Jul2010 14:13:34
José Lourenço e José Torres
Fonte: http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://trilhosdolobo.blogtok.com/blog/12395/ O natal é sempre que um H ... quiser - 30Jul2010 14:13:34
Poesia de A. Gedeão
::INTRO:: Fonte: http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://trilhosdolobo.blogtok.com/blog/12313/ Lenda do Galo de Barcelos - 30Jul2010 14:13:34
Em tempos que já lá vão, Houve, em terras de Barcelos, Crime de certa emoção Que fez nessa ocasião Arrepiar os cabelos !... Andou o povo alarmado E, de medo, nem dormia !... Quem seria o desalmado Que a tanto se atrevia ?... A todos foi perguntado, Mas ninguém, ninguém sabia !... E um Juiz, para sossego Desse povo espavorido, Condena à forca um galego Que lhe diz: “Protesto e nego Tal crime ter cometido; Sou um pobre peregrino Devoto de Sant’ Iago; Compostela é o meu destino Com esta fé que em mim trago.” E a quem se achava presente, O galeguito , coitado, Jura encontrar-se inocente, E ao ver a turba indiferente, Diz então desesperado : “Vedes esse galo assado Que ali pôs a Providência ?... ( E aponta um cesto a seu lado ) Cantará alto e afinado Antes de eu ser enforcado, Provando a minha inocência !... Que a morte , a mim , não me assusta; Sei que um dia há-de chegar ; E, no fundo, o que me custa É essa sentença injusta De morrer com falta de ar !... E tudo riu a bom rir Pelo insólito e inesperado, Pois ninguém pensou ouvir Coisa assim a um condenado
Patíbulo já preparado, Eis que tocam as trombetas !... Sobe à forca o desgraçado, O galo estica as canetas E desata a cantar tretas Frente ao povo embasbacado !... E perante o inaudito A execução é suspensa ! Vem à forca o Juiz, aflito, Revogar a tal sentença, Dar o dito por não dito . E o galego agradecia, Comovido e com fervor, Ao galo que lhe valia E a Graça que recebia Do seu Santo protector : Sant’ Iago, eu bem sabia, Santinho, que não deixavas Que, por crime que outrem fazia, Galego pagasse as favas !... E arranca caminhos fora Té Compostela vizinha, Coração mais livre agora, Mais livre que uma andorinha !... Do milagre recebido Não se esqueceu o Romeiro, Que algum tempo decorrido Erguia aqui um cruzeiro . Cruzeiro que simboliza O mundo de pesadelos Que um “ Galego da Galiza “ Vivera cá em Barcelos !... Em tempos que já lá vão, Houve, em terras de Barcelos, Crime de certa emoção Que fez nessa ocasião Arrepiar os cabelos !... Andou o povo alarmado E, de medo, nem dormia !... Quem seria o desalmado Que a tanto se atrevia ?... A todos foi perguntado, Mas ninguém, ninguém sabia !... E um Juiz, para sossego Desse povo espavorido, Condena à forca um galego Que lhe diz: ![]() “Protesto e nego Tal crime ter cometido; Sou um pobre peregrino Devoto de Sant’ Iago; Compostela é o meu destino Com esta fé que em mim trago.” E a quem se achava presente, O galeguito , coitado, Jura encontrar-se inocente, E ao ver a turba indiferente, Diz então desesperado : “Vedes esse galo assado Que ali pôs a Providência ?... ( E aponta um cesto a seu lado ) Cantará alto e afinado Antes de eu ser enforcado, Provando a minha inocência !... Que a morte , a mim , não me assusta; Sei que um dia há-de chegar ; E, no fundo, o que me custa É essa sentença injusta De morrer com falta de ar !... E tudo riu a bom rir Pelo insólito e inesperado, Pois ninguém pensou ouvir Coisa assim a um condenado
Patíbulo já preparado, Eis que tocam as trombetas !... Sobe à forca o desgraçado, O galo estica as canetas E desata a cantar tretas Frente ao povo embasbacado !... E perante o inaudito A execução é suspensa ! Vem à forca o Juiz, aflito, Revogar a tal sentença, Dar o dito por não dito . E o galego agradecia, Comovido e com fervor, Ao galo que lhe valia E a Graça que recebia Do seu Santo protector : Sant’ Iago, eu bem sabia, Santinho, que não deixavas Que, por crime que outrem fazia, Galego pagasse as favas !... E arranca caminhos fora Té Compostela vizinha, Coração mais livre agora, Mais livre que uma andorinha !... Do milagre recebido Não se esqueceu o Romeiro, Que algum tempo decorrido Erguia aqui um cruzeiro . Cruzeiro que simboliza O mundo de pesadelos Que um “ Galego da Galiza “ Vivera cá em Barcelos !... ::INTRO:: Fonte: http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://trilhosdolobo.blogtok.com/blog/12311/ | ||||||
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